quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Você conhece o Jornal ORÍ?



O termo que significa ''cabeça'' em Iorubá e converge com a sigla Oficina de Reportagem de Itacaré, ORÍ é um Jornal Comunitário desenvolvido à partir das práticas e formações do programa de comunicação comunitária e apropriação tecnológica da Casa do Boneco. 



Desde 2011 circula impresso e em meio virtual, trazendo em seu conteúdo abordagens de direitos humanos, cidadania, cultura afro-indígena, saúde, etc. com reportagens que trazem a visão do povo negro e indígena acerca da sociedade injusta e desigual em que vivemos.

A ideia é que esse conteúdos sirvam como subsídio para a luta do nosso povo, pela liberdade, garantia de direitos e autodefesa, por uma comunicação que seja livre e que nos represente dignamente. No blog https://jornalori.wordpress.com está disponível a versão digitalizadas das edições publicadas.

Hoje, em especial, divulgamos a última edição que fala sobre educação antirracista, a tradição do caruru de Ibeji, tambor e ancestralidade. Acesse o blog e confira: https://jornalori.wordpress.com/2015/12/03/edicao-6/




CAMPEONATO ITACAREENSE DE XADREZ




Nesse final de semana (12 e 13/12) vai rolar o Campeonato Itacareense de Xadrez, torneio valendo ranking pela federação baiana. A competição será jogada em sistema Suíço com 6 rodadas e tempo de reflexão de 21 minutos k.o.

Combinando a arte do xadrez com a natureza exuberante do local, o evento visa atrair aficionados de todas as regiões do estado proporcionando o intercâmbio e a confraternização de enxadristas e estudantes, incentivando a prática desse jogo tão estimulante para crianças e jovens. 


EDITORIAL ''A coroa que carrego..'' divulga linha de vestuário do Bazar Afro Brasil




“A coroa que carrego...’’, editorial da linha de produtos da griff Quilombo D’Oiti traz o vestuário afro-brasileiro, em especial o turbante, como elementos de afirmação da identidade negra. 


Atualmente muito tem se falado de empoderamento do povo negro, e muito dessa discussão tem se utilizado da estética como abordagem, mas, infelizmente o que tem se percebido é um esvaziamento político desses discursos que por muitas vezes se contentam em ser ‘‘trocadores de receitas de cachos perfeitos’’ e não atores políticos que utilizam também da estética como afirmação e valorização da história e cultura afro. 


 As fotografias ilustram as simbologias do uso do turbante à partir da frase ‘‘A coroa que carrego...’’. A frase ganha diferentes textos que a complementa, numa perspectiva de abordar o turbante contextualizando sua concepção histórica e política, sendo um ato de afirmação decorrente de uma consciência e não de um modismo passageiro, embora a apropriação cultural tente deturpar o seu sentido. 




Falando em empoderamento, é importante ressaltar que a autonomia e autogestão financeira dos jovens negros é também uma arma na luta pela soberania de nosso povo, de forma que nossas produções e práticas de consumo garantam sustentabilidade através do afro-empreendedorismo juvenil. Nesse sentido, roupas, turbantes e acessórios estão disponíveis para comercialização em nossa loja, o Bazar Afro Brasil e também pela internet, através de contato inbox na nossa página no facebook
 

As peças incluem tanto confecções próprias quanto vestuário trazido da Guiné Bissau. Tecidos, turbantes, roupas masculinas e femininas, acessórios, artesanatos, instrumentos percussivos e muito mais.

O Bazar Afro Brasil está localizado na rua Praia da Concha, nº 41, em Itacaré Bahia.

 
 



















Existindo e Resistindo!

CONFIRA O ENSAIO COMPLETO AQUI